13 de mai. de 2010

Coréia do Sul quer construir cidade mais verde do mundo





A Coréia do Sul prepara a construção da cidade mais verde e tecnológica do planeta. A empresa do americano Stan Galé é quem comanda as obras da New Songdo, que pode ser reconhecida como a cidade dos sonhos.

Foram investidos US$ 35 bilhões na cidade, que terá o dobro do tamanho do Rio de Janeiro, e deve ficar pronta até 2015. O resultado do alto investimento ocorrerá através das facilidades que os moradores terão em se comunicar e locomover pela cidade e pelo seu baixo impacto ecológico. Leia mais...

12 de mai. de 2010

A vila dos contêineres

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Em 1937, o americano Malcom McLean inventou grandes caixas de aço para armazenar e transportar fardos de algodão:os contêineres, hoje essenciais para o comércio na economia globalizada. Mas você aceitaria viver dentro de um? Na cidade de Amsterdã, capital da Holanda, fica a maior vila de contêineres do mundo:com aproximadamente 1 000 apartamentos de metal.

Ela fica a 4 quilômetros do centro e foi construída para atender à demanda por alojamentos estudantis na cidade. Os contêineres foram comprados na China, onde passaram por uma reforma e ganharam os equipamentos básicos de um apartamento, como pia, banheiro, aquecedor e isolamento acústico. Eles foram levados de navio para a Holanda e empilhados com guindastes para formar um prédio de 5 andares, que foi inaugurado em 2006 e hoje abriga cerca de 1 000 estudantes.

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Os contêineres são pequenos, e o prédio não tem elevador (é preciso subir de escada). Mas, como o aluguel custa 320 euros por mês, barato para os padrões de Amsterdã, ninguém reclama. “No começo fiquei apreensivo, mas hoje acho bem eficiente”, diz o estudante alemão Torsten Müller, que vive lá há 6 meses. O sucesso foi tão grande que a empresa responsável pelo projeto já construiu outra vila num subúrbio de Amsterdã – e também está erguendo um hotel na cidade de Yenagoa, na Nigéria, para turistas que quiserem ter a experiência de dormir num contêiner. Mas com acomodações de luxo – lata por fora, quatro-estrelas por dentro.

Caroline D’Essen 

6 de mai. de 2010

Universidade de Adelaide faz um rankingo dos piores países do mundo quanto ao impacto ambiental

A Universidade de Adelaide, situada na Austrália, concluiu um ranking com os 10 piores países do mundo quanto ao impacto ambiental da economia do país em seu próprio território.

A classificação foi dividida em duas partes: de acordo com o impacto proporcional, em que o dano é mensurado em relação à disponibilidade de recursos, e em termos globais absolutos, que mede a degradação ambiental em números absolutos. De acordo com o estudo, o ranking ficou da seguinte forma:

Impacto proporcional
(relativo à disponibilidade de recursos)
- Cingapura
- Coréia do Sul
- Qatar
- Kuwait
- Japão 
-Tailândia
- Barein
- Malásia
- Filipinas
- Holanda


Em temos globais absolutos
(em ordem)
- Brasil
- EUA
- China
- Indonésia
- Japão
- México
- Índia
- Rússia
- Austrália
- Peru


Leia a matéria completa aqui (em inglês).


Apesar da propaganda que o Brasil é um país com atitudes ecologicamente responsáveis, como vemos todos os dias por aí, os estudos mostram exatamente o contrário.


Os impactos ambientais de uma urbanização mal planejada e predatória, é um dos aspectos negativos que contribuem para esse cenário. É preciso a consciência que nossas cidades degradam o meio ambiente, e os novos projetos ainda não tentam mudar essa realidade.

Fonte: www.physorg.com

Construtoras já temem apagão de mão de obra

As construtoras venderam R$ 22 bilhões em imóveis em 2008, R$ 26 bilhões no ano passado e já anunciaram planos ambiciosos para este ano: as maiores falam de expansão entre 30% e 50%. Quase todas essas obras já começaram a ser erguidas ou estão perto de sair do papel. A dúvida é se haverá braços para atender tamanha demanda. Os mais alarmistas já temem um apagão de mão de obra. Está difícil contratar profissionais qualificados e com experiência. 


Por Daniela D'Ambrosio - Valor Econômico


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29 de abr. de 2010

Infraestrutura Verde - Sistema de drenagem ecológico

Dentro das redes que compõem a infraestrutura urbana, o sistema de drenagem é com certeza um dos que mais impactam no ecossistema.

Em um terreno ainda rural, recoberto por vegetação nativa ou não, grande parte das águas de chuva infiltram no solo, em direção ao lençol freático; os riachos e rios recebem uma parte dessa água, mas em uma quantidade equilibrada com a manutenção das características naturais.

Com a urbanização, vêm a impermeabilização do solo, através da pavimentação das ruas e praças, e construção de casas e edifícios. Em um sistema convencional de drenagem, formado por tubos e canaletas de concreto, essa água que não infiltrou escorre diretamente aos córregos, que recebe um volume muito maior em um tempo recorde, causando enchentes, erosões e assoreamentos, modificando definitivamente o ecossitema original.

Existem estruturas que combinam o escoamento das águas pluviais com a infiltração no solo, que vêm sendo cada vez mais utilizados em reformas de áreas urbanas e também em novos empreendimentos, especialmente nos Estados Unidos, com resultados técnicos e estéticos bastante satisfatórios. Alguns exemplos:

Biovaleta, susbsitui o tubo de drenagem em situações propícias, escorre a água da chuva em direção à uma rede convencional, mas também filtra e devolve a água ao lençol freático.

Jardim de chuva, complementar à biovaleta, permite a retenção e a infiltração de volumes maiores de água, interligado porém a um sistema convencional que absove o excendente.
Bacia de retenção "Piscinão", tem como função reter um determinado volume de água nos picos de chuva, e liberando o mesmo gradativamente, minimizando o impacto no corpo d'água.




Por Thiago Amin, Arquiteto Urbanista - Altea Urbanismo

23 de abr. de 2010

Memória: Concurso nacional do plano piloto da nova capital do Brasil



No espírito das celebrações dos 50 anos do inauguração oficial de Brasília (cidade que na verdade começou a ter vida antes de 1960 e que está, como todas as outras, em permanente construção e crescimento), o portal concursosdeprojeto.org publicou alguns documentos do concurso de 1956. Veja aqui!

22 de abr. de 2010

Brasília: a construção de um sonho




O documentário "Brasília. A Construção de Um Sonho" conta a história da concepção da cidade construída do zero na região central do Brasil. O Discovery Channel retrata como foi erguida a capital brasileira em um documentário que é exibido no aniversário de 50 anos da cidade, quarta-feira (21/4/2010), às 22 horas

Veja o trailer

Consórcio liderado por Chesf e Queiroz Galvão vence leilão de Belo Monte



O consórcio liderado pela estatal de energia Chesf (Companhia Hidroelétrica do São Francisco) e a Queiroz Galvão, segundo a Folha apurou, ganhou o leilão para a concessão da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, com um lance de R$ 78 o megawatt-hora, um deságio médio de 6% sobre o preço máximo estipulado (R$ 83).

O coordenador de licitações da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Helvio Guerra, acabou de dar coletiva dizendo, porém, que, por força de liminar judicial, a agência está impedida de divulgar o resultado.

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Por Leila Coimbra - Folha de São Paulo

18 de abr. de 2010

Solos contaminados

Com técnicas corretas de remediação e rigoroso processo de aprovação, áreas contaminadas no passado podem receber empreendimentos.



Numa época em que não havia legislação ambiental específica, a liberação de terrenos contaminados com elementos tóxicos e poluentes - alguns até voláteis e cancerígenos - era feita de maneira fácil e até irresponsável, o que permitia construir quase que de imediato no local.

Não faltam casos clássicos, que ainda hoje têm grande repercussão na mídia, como o do condomínio residencial Barão de Mauá, no município de Mauá (SP) - construído numa área de 160 mil m2, antes ocupado pela fábrica de amortecedores Cofap como um depósito clandestino de resíduos tóxicos da empresa (leia boxe Ecos do passado) -, e do condomínio residencial Recanto dos Pássaros, em Paulínia, interior de São Paulo, que tiveram os lençóis freáticos contaminados e obrigados a proibir os moradores de beberem água dos poços e ingerirem alimentos de produção doméstica.

Ainda hoje, após décadas de práticas de desenvolvimento sem qualquer responsabilidade social ou preocupações com a sustentabilidade do meio ambiente, restaram muitos terrenos onde foram desenvolvidas atividades potencialmente poluidoras do solo e das águas subterrâneas.

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Por Telma Egle - Revista Téchne - Editora PINI

17 de abr. de 2010

Revitalização do centro de Campinas



Os comerciantes das avenidas Campos Salles e Francisco Glicério começam a ser intimados, na próxima semana, a recuperarem as fachadas dos imóveis e adequarem a publicidade, seguindo os mesmos critérios que foram adotados na revitalização da Rua 13 de Maio.

A partir do recebimento da intimação, eles terão 90 dias para apresentar o projeto de recuperação das fachadas e da publicidade e, assim que aprovado na Prefeitura, implantá-lo em 180 dias. Os prazos foram definidos ontem pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc) e valerão para os imóveis tombados e aqueles que estão em área envoltória — um raio de 300 metros de um bem reconhecido como patrimônio de Campinas.

A historiadora Daisy Ribeiro, da Coordenadoria Setorial do Patrimônio Artístico e Cultural (CSPC), disse que o órgão se comprometeu a analisar os projetos em, no máximo, uma semana, para dar maior rapidez ao processo de revitalização do Centro.
Os critérios valerão para todo o Centro Histórico delimitado pelas ruas e avenidas Aquidabã, Irmã Serafina, Guilherme da Silva, Júlio de Mesquita, Olavo Bilac, Carlos Guimarães, Orosimbo Maia, Jorge Krug, Barão de Itapura, Dr. Ricardo Lidgerwood e Expedicionários até encontrar a Aquidabã.